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INSTALAÇÕES |
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Estruturas e recursos
A Escola Secundária
Professor José augusto Lucas é constituída por quatro pavilhões com salas de aulas (que
incluem a Biblioteca/Centro de Recursos, os Laboratórios de Física,
Química, Ciências, Geologia, Matemática e Fotografia, as salas de
Informática, o Anfiteatro, a sala da Associação de Estudantes, a
Reprografia), dois pavilhões tecnológicos (Oficina de Artes, Construção
Civil, Mecanotecnia, Electrotecnia), um pavilhão de serviços (salas do
Conselho Executivo, Secretaria, papelaria, bar e refeitório, PBX, sala
polivalente de alunos - com Ludoteca - sala de professores, Serviços
Especializados de Apoio Educativo, sala de directores de turma) e um
pavilhão gimnodesportivo.
Os diversos pavilhões estão
equilibradamente integrados num amplo espaço natural, em parte ajardinado,
e brevemente rearborizado, com campo de jogos e uma desafogada vista com
uma abertura de Tejo ao fundo.
O natural desgaste causado
por mais de 20 anos de utilização, grande parte dos quais de sobrelotação,
requeria a execução de obras urgentes, que finalmente estão em curso,
prevendo-se a sua finalização no decurso do 2º período do presente ano.
Está, assim, a proceder-se à renovação total dos espaços desportivos,
incluindo o pavilhão e os espaços ao ar livre, dos espaços exteriores em
geral, esgotos e casas de banho; igualmente se processa à reparação ou
substituição da parte basculante das janelas, das portas de entrada dos
pavilhões e de algumas interiores; a pintura exterior constituirá a última
etapa de uma intervenção que, além de necessária, irá contribuir para o
bem-estar dos seus utilizadores.
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Localização
Linda-a-Velha, Oeiras, Lisboa
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Integrado na Área
Metropolitana de Lisboa, o concelho de
Oeiras encontra-se situado na sua margem norte e é rodeado
pelos concelhos de Cascais, a poente, Sintra e Amadora a norte, Lisboa a
nascente, tendo como limite sul o rio Tejo. O seu território, que ocupa
actualmente uma área de cerca de 45 Km2,
é constituído por um conjunto de elementos paisagísticos
particulares que o caracterizam, nomeadamente a Serra de Carnaxide e os
Altos da Mama Sul, Montijo, Barronhos e Confeiteiras, na parte este, os
vales das cinco ribeiras que o atravessam no sentido norte-sul e toda a
orla costeira. A sua posição geográfica, na margem do Tejo e próximo de
Lisboa e as suas características físicas e paisagísticas têm tornado o
concelho, desde tempos remotos, um local atractivo para a fixação de
população com diferentes origens. A
primeira referência ao actual lugar de Linda-a-Velha surge no século
XIII, no reinado de D. Afonso III, relativamente ao local onde existia
uma herdade de nome “Ninha Ribamar” (actual Quinta dos Aciprestes), mais
tarde, no século XVI, denominada “Ninha Velha”, “Linha Velha” ou “Linda
Velha”, designações que, na opinião de diversos autores, estão na origem
do topónimo Linda-a-Velha que surge pela primeira vez em documentos do
século XIX. Diferente origem é explicada pela lenda que conta a história
de amor protagonizada por uma bela donzela que se fez velha, mas sempre
linda, à espera do amado perdido na guerra.
Sede
de
freguesia desde 1993, é, de facto, uma povoação muito antiga, com
cerca de 750 anos, localizada num lugar alto, com vista de grande
amplitude. Inicialmente constituída por algumas quintas e casais que
abasteciam a capital de produtos hortícolas, fruta, animais de criação e
caça, cumpre, actualmente, as funções de todos os arredores da capital
– um dormitório densamente povoado. É mesmo o lugar mais populoso do
concelho, com uma população residente de cerca de 25000 pessoas (10 615 Hab/km2) que se distribui por diversos bairros em que predomina
largamente a habitação plurifamiliar de qualidade média e elevada. Os
bairros degradados que alojaram por quase duas décadas os habitantes
provenientes dos países africanos de língua portuguesa têm sido extintos
e as populações realojadas noutras freguesias do concelho.
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A sua grande
proximidade em relação a Lisboa e a boa acessibilidade têm propiciado a
fixação de uma série de empresas, bens e serviços cada vez mais
qualificados, o que contraria a fisionomia de dormitório que a freguesia
acaba por não ter. Para tal muito contribuem a manutenção de diversas
associações de carácter cultural, recreativo e desportivo, surgidas em
torno do núcleo anterior à explosão demográfica (Academia Recreativa,
Liga dos Amigos de Linda-a-Velha, grupos corais, etc.), bem como a
criação de novas infra-estruturas no mesmo âmbito ( Escola de Música de
Nossa Senhora do Cabo, Cinema Tropical, Piscina Municipal, espaço
cultural da Quinta dos Aciprestes e Auditório Municipal Lourdes
Norberto, sede do Grupo de Teatro Intervalo (antigo 1º Acto, de larga e
prestigiada tradição cultural).
Multicultural e de certa forma multiétnica, a população de Linda-a-Velha
é constituída, em grande parte, por pessoas originárias da província que
se fixaram em Lisboa nos anos 60 a 80, mas também por naturais de
diversos países com destaque para os Palop’s (4,4%). É uma população
maioritariamente jovem e activa (70% dos 16 aos 65 anos, 20% menores de
16 anos) e apresenta uma elevada taxa de qualificação, uma grande
percentagem com habilitações superiores.
A população
escolar dispõe de 3 escolas do 1º ciclo e, recentemente, de duas escolas
secundárias, uma das quais (a Escola Secundária de Linda-a-Velha)
integrando o 3º ciclo.

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